Uma pesquisa feita pela Universidade de St. Andrews, na Grã-Bretanha, mostra que a temperatura corporal das mulheres aumenta quando há uma simples troca de olhar com um homem. Foram analisadas as temperaturas da pele da mão, braço, rosto e seios de voluntárias através de técnicas de imagens termais. Apesar de elas não relatarem desconforto ou constrangimento durante a interação com homens, o estudo indicou um aumento considerável na temperatura do rosto durante o contato social, chegando a se elevar um grau.
Quando a interação se dava com outras mulheres, não houve alteração na temperatura das voluntárias. Todas as participantes do estudo eram heterossexuais.
Para ler mais sobre a pesquisa acesse http://rsbl.royalsocietypublishing.org/content/early/2012/05/29/rsbl.2012.0338.abstract?sid=03f83c6a-4942-45c6-8143-be1e89539263.
Escrito por Jairo Bouer as 19h45
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A British Lung Foundation publicou um relatório afirmando que a população desconhece os riscos que o uso de maconha traz aos pulmões. Segundo um levantamento feito com 1.000 adultos britânicos, um terço da população acredita que a droga não prejudica a saúde, e 88% dos entrevistados acreditavam que os cigarros de tabaco seriam mais prejudiciais do que os de maconha.
O relatório da fundação afirma que um cigarro de maconha traz os mesmos riscos que um maço com 20 cigarros de tabaco, aumentando as chances de tuberculose, bronquite aguda e câncer de pulmão. Segundo os especialistas, parte desse dano acontece porque as pessoas inalam mais profundamente e mantêm a fumaça de maconha por mais tempo nos pulmões em comparação com o fumo de tabaco. Isso quer dizer que se traga quatro vezes mais alcatrão num cigarro de maconha e cinco vezes mais monóxido de carbono.
Para ler mais sobre o levantamento acesse http://www.lunguk.org/campaigns/media-centre/latestpressreleases/New-report-reveals-dangerous-lack+of-public-understanding-of-the-health-risks-of-cannabis.
Escrito por Jairo Bouer as 19h44
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Para ler mais sobre a pesquisa acesse http://www.plosone.org/article/info%3Adoi%2F10.1371%2Fjournal.pone.0037668
Escrito por Jairo Bouer as 19h43
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Uma pesquisa feita na Universidade de Silesia, na Polônia, mostrou que adultos que fazem modificação corporal – tatuagem e piercing – têm uma vida sexual mais ativa e mais precoce. Foram avaliados 100 voluntários de 20 a 35 anos, sendo 60 do grupo controle (sem modificação corporal), 28 com tatuagens e 32 com piercing. Eles responderam a uma pesquisa que abordava seus hábitos sexuais e seus conceitos sobre modificação corporal.
Os entrevistados que tinham tatuagem ou piercing, em média, iniciaram a vida sexual mais cedo do que o grupo controle, além de manterem-se sexualmente mais ativos. Por outro lado, não houve diferença a respeito de orientação sexual, comportamento de risco, frequência de masturbação ou histórico de abuso sexual.
Para ler mais sobre a pesquisa acesse
http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/j.1743-6109.2012.02791.x/abstract
Escrito por Jairo Bouer as 19h42
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O Autor
Jairo Bouer é médico formado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, com residência em psiquiatria no Instituto de Psiquiatria da USP. A partir do seu trabalho no Projeto Sexualidade do Hospital das Clínicas da USP (Prosex), passou a focar seu trabalho no estudo da sexualidade humana. Hoje é referência no Brasil, para o grande público, quando o assunto é saúde e comportamento jovem, atendendo a dúvidas através de diferentes meios de comunicação.
Sobre o blog
Neste espaço, Jairo Bouer publica informações atualizadas e tira dúvidas sobre saúde, sexo e comportamento.
Histórico