Blog do Dr Jairo Bouer
 

25/02/2012

Modelos britânicas não poderão fazer bronzeamento artificial

Uma iniciativa das agências de modelos britânicas em conjunto com a organização Cancer Research UK (que pesquisa e combate o câncer) proibiu que modelos usem câmaras que emitem raios UV para bronzeamento artificial. A ideia é espalhar a conscientização sobre os riscos do câncer de pele. A medida veio junto com o início da London Fashion Week.

Segundo pesquisas, pessoas com menos de 35 anos que usem camas de bronzeamento artificial têm 75% a mais de chances de desenvolver melanoma – um dos tipos mais malignos de câncer de pele.

Aqui no Brasil essas câmaras já estão proibidas desde 2009 pela Anvisa – mas ainda há quem as procure.

Para ler mais sobre a iniciativa acesse http://info.cancerresearchuk.org/news/archive/pressrelease/2012-02-17-model-agency-no-sunbed-policy?view=rss.

Escrito por Jairo Bouer as 18h38

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Coração partido dói mesmo!

 Uma pesquisa feita na Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, mostrou que uma desilusão amorosa pode causar dor de verdade. Os cientistas analisaram imagens de ressonância magnética funcional de voluntários enquanto eles falavam de seus corações partidos. As áreas ativadas eram semelhantes às estimuladas pela dor física. Isso tem uma explicação: a dor física é composta pela ativação sensorial e pelo componente emocional, a mesma área do cérebro que trabalha quando sentimos uma dor de um fora ou de uma rejeição social.

O estudo mostrou também que pessoas mais sensíveis à dor física também se mostram mais susceptíveis à dor social. Uma parte do estudo mostrou até que pessoas em uso de analgésicos por três semanas relatavam menos dor ao levar um fora do que pessoas que tomavam placebo. Apesar disso, os pesquisadores não indicam o uso de analgésicos para curar as dores de amor.

Para ler mais sobre a pesquisa acesse http://cdp.sagepub.com/content/21/1/42.abstract.

Escrito por Jairo Bouer as 18h37

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Coração partido dói mesmo!

 Uma pesquisa feita na Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, mostrou que uma desilusão amorosa pode causar dor de verdade. Os cientistas analisaram imagens de ressonância magnética funcional de voluntários enquanto eles falavam de seus corações partidos. As áreas ativadas eram semelhantes às estimuladas pela dor física. Isso tem uma explicação: a dor física é composta pela ativação sensorial e pelo componente emocional, a mesma área do cérebro que trabalha quando sentimos uma dor de um fora ou de uma rejeição social.

O estudo mostrou também que pessoas mais sensíveis à dor física também se mostram mais susceptíveis à dor social. Uma parte do estudo mostrou até que pessoas em uso de analgésicos por três semanas relatavam menos dor ao levar um fora do que pessoas que tomavam placebo. Apesar disso, os pesquisadores não indicam o uso de analgésicos para curar as dores de amor.

Para ler mais sobre a pesquisa acesse http://cdp.sagepub.com/content/21/1/42.abstract.

Escrito por Jairo Bouer as 18h36

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20/02/2012

Mais pistas sobre o mapa cerebral do prazer feminino


Uma pesquisa feita na Universidade da Escócia do Oeste, no Reino Unido, mostrou que a estimulação do clitóris e da vagina ativa áreas diferentes do cérebro. Por outro lado, a carícia nos mamilos turbina a ativação da região genital no cérebro, facilitando o orgasmo. O estudo foi feito com a análise de ressonâncias magnéticas registradas enquanto voluntárias se acariciavam.
Os cientistas mostraram que quando a vagina era estimulada, a área ativada no cérebro era distinta da área correspondente ao estímulo clitoriano. Isso contradiz a teoria de que a mulher obteria prazer vaginal pela estimulação indireta do clitóris. Os estudiosos também sugerem que, como a estimulação do mamilo aumenta a ativação da área genital no cérebro, carícias neste local poderiam contribuir para o orgasmo feminino – podendo até ser possível atingi-lo apenas com o estímulo dos mamilos.
Para ler mais sobre a pesquisa acesse http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/j.1743-6109.2011.02388.x/abstract;jsessionid=6FFFC53EF47A3894E488AD495DCA619D.d02t01.

Escrito por Jairo Bouer as 11h31

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Maconha antes de guiar dobra risco de acidente

Uma pesquisa feita na Universidade Dallhouse, no Canadá, mostrou que fumar maconha até três horas antes de dirigir aumenta o risco de acidente em duas vezes em comparação com motoristas que não consumiram álcool ou outras drogas.
O estudo fez uma retrospectiva com outras nove pesquisas anteriores que envolveram cerca de 50 mil pessoas de vários países que se envolveram em acidentes sérios ou fatais. Esses levantamentos haviam analisado colisões em automóveis como caminhões, carros, motos e furgões em vias públicas. Para isso, foram feitos testes de sangue para detectar o nível de THC (substância ativa da maconha) nos motoristas ou levando em conta o testemunho dos condutores admitindo o uso da droga.
    Porém, apesar da elevação do risco de acidente após o uso de maconha, os autores do estudo afirmam que este ainda é menor do que o risco que o álcool traz para os motoristas.
Para ler mais sobre a pesquisa acesse http://www.bmj.com/content/344/bmj.e536.

Escrito por Jairo Bouer as 11h30

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Jovem que pratica esporte fuma menos

Um estudo feito na Universidade do Sul da Califórnia, nos Estados Unidos, mostrou que adolescentes que praticam esportes são menos propensos a fumar do que os jovens que não se engajam em esportes. Foram entrevistados 1.260 alunos da sexta à oitava série – todos de classe média de áreas urbanas. Eles falaram sobre seus hobbies e se já haviam fumado ou tido contato com cigarros.
A análise dos resultados mostrou que os jovens que não praticavam esportes tinham o dobro de chances de começar a fumar. Por outro lado, os alunos esportistas que tinham muitos amigos fumantes tinham mais chances de experimentar cigarro. A influência do grupo foi ainda maior entre as garotas.
Para ler mais sobre o estudo acesse http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/j.1467-8624.2011.01729.x/abstract

Escrito por Jairo Bouer as 11h29

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Proibir cigarro em locais públicos não aumenta fumo em casa

Um estudo feito em cinco países europeus (Irlanda, França Alemanha, Holanda e Grã-Bretanha) mostrou que a proibição de tabagismo em locais públicos não fez com que as pessoas fumassem mais em casa. A pesquisa contou com a participação de 4.634 fumantes e foi feita em duas fases: antes e depois da legislação restritiva entrar em vigor.
Em vez de as pessoas fumarem mais em casa para compensar, muitas largaram o cigarro de vez. Na Irlanda, 25% dos entrevistados deixaram de fumar em casa após a implantação das leis. Na França a taxa foi de 17%, na Alemanha 38%, na Holanda 28% e na Grã-Bretanha 22%. Antes da proibição, a maioria dos fumantes já restringia o fumo em casa, principalmente aqueles que queriam parar de fumar ou que tinham acabado de ter um filho, por exemplo.
Para ler mais sobre a pesquisa acesse http://tobaccocontrol.bmj.com/content/early/2012/01/20/tobaccocontrol-2011-050131.abstract.

Escrito por Jairo Bouer as 11h28

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O Autor

 

Dr. Jairo Bouer

Jairo Bouer é médico formado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, com residência em psiquiatria no Instituto de Psiquiatria da USP. A partir do seu trabalho no Projeto Sexualidade do Hospital das Clínicas da USP (Prosex), passou a focar seu trabalho no estudo da sexualidade humana. Hoje é referência no Brasil, para o grande público, quando o assunto é saúde e comportamento jovem, atendendo a dúvidas através de diferentes meios de comunicação.

Sobre o blog

 

Neste espaço, Jairo Bouer publica informações atualizadas e tira dúvidas sobre saúde, sexo e comportamento.

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